28 de jul. de 2010

2ª Série - As luzes da razão



Durante o século XVIII o mundo vivenciou uma onda de convlusões populares que deram novo significado a palavra "revolução". O principal responsável por este feito foi aquele evento conhecido como Revolução Francesa, que na onda dos protestos burgueses surgidos na Inglaterra fez a França e grande parte da Europa saírem do Absolutismo e entrarem na República. Neste post vamos conhecer a situação dos países na época absolutista e também estudaremos a nova forma de conceber o mundo que deu origem às revoluções, conhecida como Iluminismo.

ANTIGO REGIME
Estrutura política, econômica e social de alguns estados europeus que inicia a partir do século XI e vai até o séculoXVIII. No antigo regime o poder é concentrado nas mãos de um rei que tem poderes ilimitados sobre seus domínios e dominados, esse poder é legitimado pela tradição religiosa que considera os reis como “ministros de Deus, instrumentos pelos quais a vontade divina seria realizada”.

  • Política: Reis absolutistas, poder centralizado em um governante aristocrático legitimado pela tradição católica.
  • Sociedade: Estamental. Posição social definida pelo lugar de nascença.
  • Economia: Mercantil. Baseada no privilégio e monopólio. O rei concedia o privilégio a um empreendedor para monopolizar sua área de negócios.


  • 1º Estado - Clero
  • 2º Estado – Nobreza Leiga
  • 3º Estado – Burguesia e o resto da população


ILUMINISMO
Século XVIII. Em meio a uma sociedade baseada em princípios religiosos e aristocráticos que acabavam por limitar as ações de qualquer pessoa, surge um movimento filosófico baseado na razão, que critica e questiona os pressupostos da sociedade do Antigo Regime.
Os iluministas combatiam o absolutismo dos reis, os privilégios da nobreza e do clero, a imposição religiosa e as práticas mercantilistas. Como substituição a tudo isso com o passar do tempo foram sendo desenvolvidas alternativas: era proposto um governo com poderes limitados, baseado na igualdade de direitos civis, na liberdade de culto e de expressão e na liberdade econômica. Defendiam ainda que o governante estivesse submetido a uma constituição capaz de garantir, além dos direitos individuais de cada cidadão a divisão do poder em três esferas autônomas: executiva, legislativa e judiciária.

Principais iluministas:
Voltaire (1694-1778): Defendia a liberdade de pensamento e de religião, bem como a igualdade perante a lei. Crítico dos privilégios sociais, Voltaire ficou conhecido como o “filósofo burguês”. Fez críticas severas à Igreja e ao absolutismo de direito divino, propondo a participação da burguesia esclarecida no governo. Foi principalmente com base nas idéias de Voltaire que alguns monarcas implantaram reformas em seus governos. Ficaram conhecidos como déspotas esclarecidos.
Montesquieu (1689-1755): Afirmava que só o poder pode controlar o poder. Em sua obra “O Espírito das Leis” (1748) escreveu: “É uma verdade eterna: qualquer pessoa que tenha o poder tende a abusar dele. Para que não haja abuso, é preciso organizar as coisas de maneira que o poder seja contido pelo poder”. Foi com base nesse princípio, para que não houvesse acúmulo de poderes nas mãos do governante, que ele defendeu a divisão do poder político em três setores autônomos que se controlassem mutuamente: Legislativo (composto por representantes da população e que faz as leis), Executivo (encarregado de executar essas leis e administrar os negócios públicos) e Judiciário (que asseguraria a aplicação das leis). A proposta de organização do poder política formulada por Montesquieu corresponde à forma pela qual se estrutura o sistema político nas democracias modernas.
Jean-Jacques Rousseau (1712-1778): Foi o mais radical e popular dos iluministas. Escreveu várias obras, entre as quais se destacam: Discurso sobre a origem e os fundamentos das desigualdades entre os homens, Emílio e O contrato social. Na primeira, critica a propriedade privada, que é, segundo ele, uma das raízes da infelicidade humana: ela “arranca o homem de seu doce contato com a natureza”, acabando com a igualdade existente na natureza. Em O contrato social, desenvolveu a idéia de um Estado democrático que garante a igualdade de direitos para todos.

ARTE E HISTÓRIA
O pintor Johann Heinrich Füssli (1741-1825), em sua obra O Pesadelo (1822), retrata uma frase que ficou famosa no meio Iluminista: "O sono da razão produz monstros".
No quadro abaixo temos uma mulher adormecida. Esta mulher simboliza a razão, iluminada pelas luzes da filosofia iluminista. Quando a razão adormece, os monstros surgem. Acima dela temos um duende, figura que aterrorizava as mentes medievais e um cavalo de olhar demoníaco. Tais monstros simbolizam toda a superstição e misticismo que envolvia o pensamento medieval segundo o autor.



Teste seu conhecimento:


I - Muitas das idéias propostas pelos filósofos iluministas são, hoje, elementos essenciais da identidade da sociedade ocidental.
II - O pensamento iluminista caracterizou-se pela ênfase conferida à razão, entendida como inerente à condição humana.
III - Diversos pensadores iluministas conferiram uma importância central à educação enquanto instrumento promotor da civilização.
IV - A filosofia iluminista proclamou a liberdade como direito incontestável de todo ser humano.

Assinale:
(A) se apenas a afirmativa II estiver correta.
(B) se apenas as afirmativas I e IV estiverem corretas.
(C) se apenas as afirmativas II e III estiverem corretas.
(D) se apenas as afirmativas I, II e IV estiverem corretas.
(E) se todas as afirmativas estiverem corretas.
Vestibular PUC-RIO 11/12/2001

28 de mai. de 2010

Acabando com a decoreba!



Bom, por eu ser professor de História é óbvio que amo o que faço e estudo. Para mim a História faz muito sentido e se torna prazeroso poder falar e pesquisar sobre ela.
preferem outras coisas, a História é algo chato e difícil de se entender... O que essas pessoas fazem para se dar bem? DECORAM o conteúdo! Decorar o conteúdo é uma terefa muito difícil, muito mais difícil do que realmente entender ele... (mesmo que para entender você também pecise fazer esforço). Sabendo disso vou colocar algumas dicas do professor Eustáquio Vidigal que achei no blog de outro grande professor, o Michel, para conseguirmos realmente entender um tema. Ai vai:
Como estudar história

1- Situe o fato no tempo e espaço: Saber quando e onde ocorreu determinado fato histórico é condição elementar para saber história.

2- Analise o contexto histórico: contexto histórico é o conjunto de acontecimentos que cerca o fato em questão. É o ponto mais importante do roteiro, pois mostra que não existem fatos isolados. A noção do contexto histórico rompe com a decoreba de conteúdos.

3- Conheça os antecedentes: antecedentes são as causas de determinado fato histórico, e estão interligados ao contexto histórico. As causas permitem entender os motivos que levaram ao fato.

4- Compreenda o fato: isto é, entenda o evento propriamente dito, através de suas características e seu significado histórico.

5- Perceba os seus desdobramentos: desdobramentos são as consequências do fato estudado. Conhecer as consequências permite estabeleceremos um gancho para analisar o próximo fato histórico.
Aplicação

Exemplo de aplicação deste roteiro:

a) Fato Histórico: Primeira Guerra Mundial.
b) Espaço e Tempo: Europa, de 1914 a 1918.
c) Contexto Histórico: Imperialismo, Política de Alianças, Paz Armada.
d) Causas: Disputa de mercados imperialistas, Divergências político-econômicas, Revanchismos, Nacionalismo.
e) Evento: A guerra, O início, Blocos militares em conflito, Etapas, O término.
f) Consequências: Tratado de Versalhes, Fim da hegemonia européia, Surgimento de novas nações, EUA como potência mundial, Criação da Liga das Nações, Revanchismo alemão, Fortalecimento do nazi-fascismo.


Loucura ein? Espero que seja útil pra galera!
Abraço!!


CRÉDITOS:
Blog do Professor Eustáquio - http://www.eustaquiovidigal.com/?acao=textos
Blog do Professor Michel - http://www.historiadigital.org/2009/06/como-estudar-historia-primeira-parte.html

2 de mai. de 2010

YouTube

Ao contrário do que muita gente pensa, o YouTube não tem só bobagem (aliás, algumas são muuuito boas! asijaahsuhas). Se você procurar pode achar material interessante para estudar História: vídeos antigos, documentários, vídeo-aulas sobre os assuntos abordados na sala de aula!

O vídeo abaixo, por exemplo, explica a Colonização do Brasil:




Claro, sobre o Descobrimento da América, esse é um CLÁSSICO!!
ASHUHASUHASU



Genovevo! (O Godines é o melhor!)

E pra terminar, a pedagogia do seu Madruga!


Quando eu tiver um tempo, eu te ensino!
HSAUHAUSHUSAHUASHUSA

Bons estudos a todos!

25 de abr. de 2010

2ª Série - A União Ibérica e a invasão holandesa

De 1580 até 1640 Portugal vive uma situação atípica. O rei Dom Sebastião morre em 1578 na batalha de Alcácer-Quibir, tal batalha foi uma Cruzada que o monarca resolveu fazer acreditando que seria vitorioso pois para ela essa era a vontade de Deus. Com sua morte Portugal fica sem descendente real, pois D. Sebastião não tinha filho, seu tio, o parente mais próximo e sucessor, D. Henrique, havia falecido em 1580. Inicia-se uma disputa pela coroa, dessa disputa sai vitorioso o rei da Espanha, Filipe II que era descendente, por parte de mãe, da família real portuguesa. Quando ganha a disputa surge a União Ibérica, Portugal e Espanha unem-se sob o mesmo governante.
“O reinado espanhol estendia-se até aos Países Baixos (Holanda e Bélgica). Algumas províncias dessa região, descontentes com o domínio católico e com a cobrança de pesados tributos lutavam para se tornar independentes da Espanha. A situação se complicou ainda mais quando Felipe II proibiu o comércio da Holanda com as colônias lusitanas. Resultado: os holandeses invadiram e conquistaram territórios pertencentes à Espanha, em especial, aqueles destinados ao tráfico negreiro na África e à produção de açúcar na América portuguesa.” No Brasil, em 1630, conquistaram Pernambuco.
Maurício de Nassau foi quem a Companhia das Índias Ocidentais (companhia que foi responsável pela colonização holandesa) enviou para governar os territórios holandeses no Brasil. Inicialmente as relações entre o novo governo e a população de Pernambuco foi amistosa. Nassau empreendeu várias obras de melhoria e infra-estrutura na colônia. Todavia, a Companhia resolveu modificar o comportamento com os senhores de engenho, cobrando os empréstimos que lhes havia concedido, executando os que não pagassem as dívidas, acrescendo juros à dívida inicial. Maurício de Nassau contrário a essa postura, se retirou do Brasil.
Os senhores de engenho rebelam-se com a situação e em um movimento conhecido como Insurreição Pernambucana, expulsam os holandeses. Mas se a Holanda invadiu Pernambuco, por que a União Ibérica (Espanha e Portugal) não a expulsaram? Durante esse período Portugal concentra forças em uma luta contra a dominação Espanhola, em 1840 Portugal consegue a separação, embora a Espanha continue atacando Portugal até 1644. Dentro desse período os recursos são escassos para uma investida sobre a Nova Holanda, pois Portugal estava concentrado em sua defesa contra a Espanha. A expulsão dos holandeses de todo o território nordestino vai ocorrer apenas em 1653, ai sim com o apoio do exército e marinha portuguesa.
Na busca de soluções para sair da crise em que se encontrava, Portugal tem uma série de iniciativas no sentido de controlar o comércio e os territórios brasileiros, cria companhias como a Companhia Geral de Comércio do Brasil e a de Comércio do Estado do Maranhão, cria o Conselho Ultramarino para ampliar o controle sob os domínios coloniais. Com o objetivo de garantir posse sobre seu território e ampliá-lo ainda mais, o governo Português incentiva a exploração do interior do Brasil na busca de pedras preciosas e funda a Colônia de Sacramento, em 1680, nas margens do Rio da Prata, para facilitar o acesso aos metais extraídos das minas da América Espanhola.
Mas isso é assunto pra um próximo post!
=)

2ª Série - A Escravidão

No último texto estudamos o “Descobrimento do Brasil” e o início do processo de colonização de nosso país. Verificamos que inicialmente Portugal não deu muita importância para as terras americanas de seu Império, apenas cerca de trinta anos após o descobrimento alguma política de imigração começou a ser pensada e estruturada. O Brasil precisava ser colonizado senão outros países tomariam suas terras! Dentro dessa perspectiva as grandes plantações de cana-de-açúcar foram a maneira escolhida para a expansão da Colônia e o Governo Geral tratou de apoiar tal empreendimento por todo o nordeste brasileiro: Como sabemos, o açúcar era um produto bastante caro para a época e não era produzido na Europa pelo fato da cana necessitar de climas tropicais para se desenvolver.
A principal força de trabalho empregada nessas plantações e no processo de fabricação do açúcar era formada por escravos, inicialmente indígenas, depois, africanos. Nesse texto iremos estudar essas escravidões e seu papel na formação de nosso país. Boa Leitura =).


A Escravidão Indígena X Africana

Ao chegar ao Brasil, os Portugueses logo fazem uso do trabalho indígena, inicialmente por meio de escambo: troca de serviço por quinquilharias que os índios não tinham acesso, como espelhos, miçangas, louças entre outras coisas; após esse contato inicial, os índios começam a ser aprisionados e escravizados. Logo nos fins do século XVI sua força de trabalho começa a ser substituída por africanos. Por que isso ocorre?
Começa-se a divulgar a ideia de que o índio seria menos capaz que o africano, que ele era mais propenso a se rebelar e a fugir do que o negro, a igreja que inicialmente apoia a escravidão dessa gente sem alma, desses vassalos do diabo como eram considerados os nativos americanos. Agora afirma que eles devem ser catequizados: os descendentes de Cam (africanos) tem mais pecados sobre a terra que os de Jafé (índios), e esses devem pagar por esses pecados mediante seu trabalho Assim como o açúcar mascavo se livra das impurezas e se torna branco, o trabalho dos escravos os fará livrar se de seus pecados e os tornarão puros para a vida no paraíso.
Além dos argumentos que tangem ao comportamento indígena: pessoas menos propensas ao trabalho, fracas, fogem com mais facilidade por conhecerem o território; a questão da mão de obra africana tem relação com o lucro que Portugal obtinha com o comércio dos escravos. O índio era capturado por particulares, na maioria das vezes, já o escravo africano era capturado (ou adquirido) e vendido por Portugal. A venda desses escravos, portanto, gerava muito lucro para a coroa, coisa que a escravidão indígena não fazia.


O comércio de escravos

Portugal mantinha feitorias na África que eram postos avançados lusitanos naquele continente. Estes postos geralmente estabeleciam relações com algumas tribos que capturavam negros que outras origens e vendiam para os portugueses por preços bastante módicos. Após serem adquiridos na África esses escravos eram armazenados em prisões e ficavam a espera dos navios para efetuar o transporte. Nos navios eles eram amontoados e recebiam um tratamento desumano. Aqui, esta palavra deve ser entendida literalmente, pois aquelas pessoas eram consideradas objetos por parte dos portugueses, a esse processo: o de transformar em coisa uma pessoa, chamamos reificação.
No Brasil, após um tenebroso transporte, os sobreviventes eram vendidos em feiras. Os compradores tinham o cuidado de adquirir escravos de diferentes procedências, para evitar a comunicação entre eles e assim diminuir a possibilidade de revoltas. Nas lavouras e engenhos o trabalho era pesado, 18, 20 horas por dia, todo o tempo sendo vigiados pelo capataz, alimentação ruim, a noite eram amontoados e presos na senzala, para que quando o sol raiasse o trabalho mais uma vez fosse iniciado. Vida bem diferente da do Senhor do Engenho, dono da propriedade, residia na “Casa Grande”, como era conhecida, cercado de luxos, empregados e escravos domésticos.


A resistência

Apesar de toda a vigilância e severidade do senhor do engenho e dos capatazes, os escravos tinham suas estratégias de resistência à situação que se encontravam. Essas estratégias eram variadas e poderiam ser ou não ser violentas.
Os meios mais evidentes de resistência eram a fuga e as insurreições. Os escravos fugidos em alguns lugares do Brasil se juntavam em Quilombos, que eram agrupamentos escondidos de escravos (muitas vezes, além de escravos, os Quilombos abrigavam índios, soldados que fugiam do serviço militar, criminosos e mulatos). Entretanto a fuga deveria ser muito bem articulada, pois os escravos eram propriedade do senhor, e este não gostaria de perder seu investimento, desse modo os capitães do mato, contratados pelo dono das fazendas, iriam caçar o escravo fugido, se encontrado ele seria severamente punido.
Alguns escravos eram “banzos”. O banzo era aquele que simulava doença ou induzia ela para não trabalhar. Muitos eram os casos de escravos que comiam terra para ficarem doentes e então conseguirem um momento de descanso. Outros utilizavam-se da feitiçaria, para amedrontar seus donos se diziam feiticeiros, a religiosidade da época fazia com que alguns senhores acreditassem nesse tipo de coisa e os mandassem embora.
Outra situação é inversa, em alguns casos o escravo era tão bem adaptado ao seu senhor e a seus funcionários que já conhecia todas as “manhas” para “matar trabalho” ou conseguir aquilo que queria. Nesse caso era muito mais vantajoso para eles ficarem no lugar em que estavam do que serem vendidos para outros donos. Desse modo muitos deles se tornavam banzos, ou mesmo se auto-flagelavam para não gerar interesse nos compradores.


Permanência

A escravidão, como veremos em estudos posteriores, permanece na sociedade brasileira como uma mácula. A situação de pré-conceito e marginalização da população negra no Brasil ainda persiste por conta das consequências dos séculos onde os africanos foram escravizados e ideias da inferioridade da raça negra divulgadas. Apesar da Lei Áurea de 1888, que aboliu o trabalho forçado, essas populações não receberam nenhum tipo de apoio governamental para melhorar sua situação social. E deste modo permanecem até hoje sofrendo uma situação criada há mais de quatro séculos atrás.

21 de abr. de 2010

Dicas para melhorar o aproveitamento do seu estudo

A principal reclamação de quem não gosta de História é a de que é preciso decorar muita coisa para se dar bem em uma avaliação. Eu acredito no contrário, você não precisa decorar nada para ir bem em uma avaliação, precisa sim, entender o conteúdo e compreender como as informações tem relação entre si. Desse modo a matéria fará muito mais sentido e terá muito mais utilidade para você.
Para que se entenda um assunto de fato é necessário um estudo bem feito e atenção na hora das explicações do professor. Cada um desenvolve a sua própria maneira de aprender ou ler, entretanto acredito que algumas coisas sejam básicas, ai vão algumas dicas:

  • O ambiente em que se estuda deve ser tranquilo, isso favorece a concentração naquilo que se lê;
  • Muitas pessoas gostam de ouvir música enquanto estudam, geralmente as músicas com letra distraem o estudante, as instrumentais em um volume adequado podem ser bem-vindas;
  • Estudar sentado com o material que se lê sobre a mesa é a melhor postura para o estudante, geralmente quando se deita ou se relaxa em algum ponto, você pode se desconcentrar e cansar com mais facilidade;
  • Para se entender um texto não basta apenas ler. Na maioria das vezes é preciso que se escreva em um papel os pontos ou idéias principais de cada parágrafo, de modo que ao final se forme um fichamento com as informações que o texto traz. Desse modo é mais fácil estabelecer relações entre elas;
  • Não se deve ignorar o significado daquelas palavras que não conhecemos, muitas vezes elas são fundamentais para se entender uma frase;
  • Deve-se cuidar com aqueles termos ou conceitos que fazem referência a outros conhecimentos. Por exemplo: mercantilismo. Tal termo se refere a um sistema econômico, é preciso que se entenda o que é mercantilismo primeiramente para depois entender a frase em que ele está inserido;
  • Um parágrafo é uma unidade de texto que expressa uma idéia, e é formado por um tópico frasal, desenvolvimento e conclusão. O tópico frasal, a primeira ou as primeiras frases do parágrafo, esclarecerão o assunto que o mesmo abordará, após isso vem o desenvolvimento, e por fim a conclusão dessa idéia;
  • As vezes é preciso que separemos um parágrafo em várias partes para que possamos entender o que ele quer dizer;
  • Não espere ter vontade de estudar para começar a ler. As vezes precisamos deixar de lado o conforto de fazer algo que nós gostamos e que não necessite de esforço mental e concentração, para começar a estudar, aprender e crescer mais.

Desejo bons estudos a todos e todas!

OBS
Peço desculpas aos 2ºs anos pela demora na publicação do resumo. Se serve de consolo para aqueles que estavam ansiosos por ter o conhecimento histórico divulgado aqui nesse site, em minha humilde opinião, e modéstia a parte, é claro, acredito que o texto de vocês ficou o melhor de todos!